Adote uma espécie

Escolha uma espécie brasileira sem DNA público e diga que vai sequenciá-la.

Centenas de espécies de anfíbios, répteis, aves e mamíferos do Brasil ainda não têm nenhuma sequência de DNA pública. Muitas já têm tecido guardado em coleções, esperando alguém com uma pergunta (ou um edital) para sequenciar. “Adotar” é só dizer em público: eu vou sequenciar esta espécie. Isso evita esforço duplicado e ajuda a achar parceiros.

Como adotar

  1. Escolha a espécie na página Espécies sem DNA (filtre por estado, grupo, família, endêmicas ou ameaçadas).
  2. Clique em adotar. Abre um formulário no GitHub (precisa de uma conta gratuita) já com o nome da espécie.
  3. Diga a instituição, se já há tecido em coleção e o marcador previsto (COI, cyt b, 16S, genoma…).
  4. Depois de revisado, a espécie ganha o selo adotada no painel. Quando a primeira sequência aparecer no BOLD ou no GenBank, o robô semanal detecta e ela vira sequenciada na página de novidades.

Sem conta no GitHub? Fale com o mantenedor pelo perfil @rsilveirafh: ele registra a adoção por você.

Boas práticas

  • Priorize tecido já depositado em coleções científicas. Este painel não é convite para coletar espécie ameaçada.
  • Patrimônio genético: acesso a material genético de espécie nativa para pesquisa exige cadastro no SisGen (Lei nº 13.123/2015). Coleta exige autorização (SISBIO).
  • Deposite as sequências em base pública (BOLD e/ou GenBank) com o voucher citado. Só assim a espécie sai da lista.
  • Confira o nome antes: espécies marcadas como “a verificar” podem ter sequências sob nome antigo. Se achar uma, abra uma issue com o link: a correção vale tanto quanto uma adoção.

Espécies adotadas